quinta-feira, 7 de maio de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Cartaz
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
"Delinquência juvenil aumenta
Mais de 900 crimes violentos cometidos por jovens no ano passado. Crimes aumentaram quase sete por cento. Furtos e roubos estão no topo da lista. Dados da PSP.
De 2004 para 2005 os crimes cometidos por crianças e jovens aumentaram 6,8 por cento. A maior parte dos processos diz respeito a crimes contra o património, ou seja, roubos e furtos. Os dados são da PSP mas fazem parte do relatório de avaliação sobre a legislação de protecção de menores que foi apresentado esta terça-feira na Assembleia da República.
A PSP registou em 2005, 2967 processos de delinquência juvenil, mais 188 casos do que no ano anterior. De 2003 para 2004 os crimes cometidos por jovens e crianças tinha sofrido um decréscimo de 12,6 por cento. No último ano voltaram a aumentar. No entanto, o ano em que foram registados mais processos foi o de 2000. Neste ano a PSP registou 3751 delitos criminais.
No topo dos delitos praticados por menores de 16 anos estão os crimes contra o património, principalmente furtos e roubos, com 2257 processos. Depois surgem os crimes contra as pessoas, onde estão inseridos delitos que vão desde a agressão à violação. Aqui a PSP detectou 472 casos. De todos os crimes registados, a polícia concluiu ainda que 928 processos dizem respeito a crimes violentos.
As causas da delinquência juvenil e do aumento de casos estão directamente relacionadas com as condições do meio. A pobreza, a deterioração das condições económicas e a falta de emprego, surgem, no relatório da Subcomissão para a Igualdade de Oportunidades, como factores determinantes na prévia condenação destes jovens há violência. A falta de respostas do Estado também não ajuda.
O relatório sublinha que as instituições não estão «vocacionadas, nem dispostas a receber crianças com comportamentos difíceis». «De facto os comportamentos pré delinquentes não encontram respostas suficientes (...) Quase parece que se espera que cometam delitos para depois intervir»."
A PSP registou em 2005, 2967 processos de delinquência juvenil, mais 188 casos do que no ano anterior. De 2003 para 2004 os crimes cometidos por jovens e crianças tinha sofrido um decréscimo de 12,6 por cento. No último ano voltaram a aumentar. No entanto, o ano em que foram registados mais processos foi o de 2000. Neste ano a PSP registou 3751 delitos criminais.
No topo dos delitos praticados por menores de 16 anos estão os crimes contra o património, principalmente furtos e roubos, com 2257 processos. Depois surgem os crimes contra as pessoas, onde estão inseridos delitos que vão desde a agressão à violação. Aqui a PSP detectou 472 casos. De todos os crimes registados, a polícia concluiu ainda que 928 processos dizem respeito a crimes violentos.
As causas da delinquência juvenil e do aumento de casos estão directamente relacionadas com as condições do meio. A pobreza, a deterioração das condições económicas e a falta de emprego, surgem, no relatório da Subcomissão para a Igualdade de Oportunidades, como factores determinantes na prévia condenação destes jovens há violência. A falta de respostas do Estado também não ajuda.
O relatório sublinha que as instituições não estão «vocacionadas, nem dispostas a receber crianças com comportamentos difíceis». «De facto os comportamentos pré delinquentes não encontram respostas suficientes (...) Quase parece que se espera que cometam delitos para depois intervir»."
Ao longo desta notícia, deparámo-nos com uma série de subidas e descidas ao nível do índice de criminalidade juvenil no decorrer dos anos. A verdade é que estamos a falar apenas dos delitos participados, desconhecendo-se a verdadeira dimensão do fenómeno. Estes valores servem para mostrar que, de facto, a delinquência juvenil é um problema grave na sociedade actual e que não pode ser ignorado.
Consideramos também importante salientar o seguinte aspecto: os delinquentes,aos olhos da lei, actualmente, são vistos como vítimas e, por essa razão, surgem os centros educativos, em alternativa à prisão para estes jovens em risco.
Mas, como podemos ver nesta notícia, estas bem intencionadas alternativas nem sempre servem o seu propósito ou são tão eficazes quanto desejadas...
Mas, como podemos ver nesta notícia, estas bem intencionadas alternativas nem sempre servem o seu propósito ou são tão eficazes quanto desejadas...
Objectivos do Projecto
Com este projecto pretendemos:
-Dar a conhecer algumas noções básicas e importantes para a abordagem do tema;
-Informar a comunidade escolar sobre as condições de funcionamento dos centros educativos;
-Mostrar a evolução da lei para fazer face à delinquência;
-Dar a conhecer as razões que levam à delinquência;
-Sensibilizar a comunidade escolar para as ideias pré-concebidas relativamente aos bairros sociais.
-Dar a conhecer algumas noções básicas e importantes para a abordagem do tema;
-Informar a comunidade escolar sobre as condições de funcionamento dos centros educativos;
-Mostrar a evolução da lei para fazer face à delinquência;
-Dar a conhecer as razões que levam à delinquência;
-Sensibilizar a comunidade escolar para as ideias pré-concebidas relativamente aos bairros sociais.
O que nos levou a escolher este tema?
Durante o processo de escolha do tema estavamos à procura de um assunto não muito abordado na sociedade actual e intimamente ligado à adolescência. Surgiu assim, a delinquência enquanto tema. Pareceu-nos um assunto com a quantidade certa de desafio e despertou o nosso interesse pela perspectiva de com ele conseguirmos produzir um impacto positivo na comunidade escolar. É um tema sobre o qual já reflectimos várias vezes e consideramos que este trabalho vai ser a oportunidade de aprofundar os nossos conhecimentos sobre o assunto e melhor compreender do que se trata realmente e das razões que inspiram os comportamentos destes jovens delinquentes. Também nos pareceu interessante abordar este tema pelo facto de haver um estigma associado aos bairros sociais, o que proporciona às pessoas que neles habitam uma mais dificil inserção na sociedade. A nosso ver, este aspecto é um flagelo da sociedade e cabe a nós (jovens de hoje que vão constituir a sociedade de amanhã) tentar quebrá-lo.
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